Mais um dia que chega ao fim. Esta semana não tem sido muito fácil... mas vai melhorar.
Noutro dia estava a pensar que se alguém lesse este blog todo ficaria a pensar que eu sou uma pessoa mesmo muito pessimista e deprimida. Não é verdade. Bem, pessimista sou um bocadinho. Mas adoro viver, adoro cada momento (mesmo os menos coloridos). Acontece que (pelo menos eu penso assim) cada um de nós tem cá dentro um espaço para as coisas boas e outro para as coisas más; somos positivos e negativos, optimistas e pessimistas. Neste blog eu procuro descarregar sobretudo o meu "dark place", na esperança de poder de alguma forma apresentar ao mundo mais do meu "lado bom". Dá para entender? (Não é que tenha sido muito bem sucedida esta semana, mas lá chegarei).
Tenho tido momentos. Em alguns deles quase que voltei atrás na minha decisão... inclusive arranjei bastantes desculpas (por sinal bem pertinentes) para voltar atrás. E podia (ainda posso) tê-lo feito. Só precisei de pensar em como fiquei há uns anos atrás para desistir outra vez. Só precisei de pensar que o meu telemóvel também não tocou, pois não? Porque é que seria eu? Lembro-me de naquela altura até ter feito listas de razões para pegar ou não, para dar o primeiro passo ou não... e bem vi como fiquei no fim. Por isso desisto. Estou a ser cobarde? Estou, sei que sim. Nos livros, nos filmes, aparecem muitas vezes personagens que carregam traumas, fantasmas, mágoas... e no final conseguem quase sempre ultrapassá-las e tentar outra vez. É essa uma das razões porque adoro ler. Dá-me esperança. Mas não deixa de ser ficção. Neste momento, prefiro ser um bocadinho cobarde e esconder-me do que arriscar-me a sofrer mais. Isso não. Outro argumento muito bom é: estamos no fim das férias, não devia aproveitar agora? Depois não sei se terei tempo livre. É esse o que me faz pensar mais. É verdade. Vou arrepender-me? Provavelmente. Mas, ainda assim, não sou capaz.
Em resumo, todos os dias acordo e penso: vale a pena? É isto que quero mesmo fazer (ou não fazer)? A minha resposta continua a ser a mesma: Não, não é isto que quero. Mas também nem sempre podemos ter o que queremos, sei isso muito, muito bem. E, de qualquer forma, eu só não vou dar o passo, não quer dizer que a outra pessoa não possa dar, correcto? O que é certo, infelizmente, e que reforça a minha ideia, é que também não dá...
Noutro dia estava a pensar que se alguém lesse este blog todo ficaria a pensar que eu sou uma pessoa mesmo muito pessimista e deprimida. Não é verdade. Bem, pessimista sou um bocadinho. Mas adoro viver, adoro cada momento (mesmo os menos coloridos). Acontece que (pelo menos eu penso assim) cada um de nós tem cá dentro um espaço para as coisas boas e outro para as coisas más; somos positivos e negativos, optimistas e pessimistas. Neste blog eu procuro descarregar sobretudo o meu "dark place", na esperança de poder de alguma forma apresentar ao mundo mais do meu "lado bom". Dá para entender? (Não é que tenha sido muito bem sucedida esta semana, mas lá chegarei).
Tenho tido momentos. Em alguns deles quase que voltei atrás na minha decisão... inclusive arranjei bastantes desculpas (por sinal bem pertinentes) para voltar atrás. E podia (ainda posso) tê-lo feito. Só precisei de pensar em como fiquei há uns anos atrás para desistir outra vez. Só precisei de pensar que o meu telemóvel também não tocou, pois não? Porque é que seria eu? Lembro-me de naquela altura até ter feito listas de razões para pegar ou não, para dar o primeiro passo ou não... e bem vi como fiquei no fim. Por isso desisto. Estou a ser cobarde? Estou, sei que sim. Nos livros, nos filmes, aparecem muitas vezes personagens que carregam traumas, fantasmas, mágoas... e no final conseguem quase sempre ultrapassá-las e tentar outra vez. É essa uma das razões porque adoro ler. Dá-me esperança. Mas não deixa de ser ficção. Neste momento, prefiro ser um bocadinho cobarde e esconder-me do que arriscar-me a sofrer mais. Isso não. Outro argumento muito bom é: estamos no fim das férias, não devia aproveitar agora? Depois não sei se terei tempo livre. É esse o que me faz pensar mais. É verdade. Vou arrepender-me? Provavelmente. Mas, ainda assim, não sou capaz.
Em resumo, todos os dias acordo e penso: vale a pena? É isto que quero mesmo fazer (ou não fazer)? A minha resposta continua a ser a mesma: Não, não é isto que quero. Mas também nem sempre podemos ter o que queremos, sei isso muito, muito bem. E, de qualquer forma, eu só não vou dar o passo, não quer dizer que a outra pessoa não possa dar, correcto? O que é certo, infelizmente, e que reforça a minha ideia, é que também não dá...
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