"Be who you are and say what you feel, because those who mind don't matter, and those who matter don't mind." (Dr. Seuss)
Ok. Tive que mudar de ideias e estou feliz por tê-lo feito. Sabem... até nem custa muito, dar o braço a torcer por vezes, quero dizer... Depois de uma semaninha sozinha, a pensar, cheguei a algumas conclusões. E percebi que as minhas dúvidas eram só isso mesmo: dúvidas... daquelas que por vezes surgem para nos atormentar a mente. Os "E se...". Sinto-me melhor, mais leve.
Em contrapartida, e porque nunca pode estar tudo bem (e quando está, não sabemos ver), há outras coisas que nunca mudam. Oh, desculpem, erro meu. Mudam. Para pior. Já estou a preparar-me para o que muito provavelmente vai acontecer. Não quero escrever aqui, nem gosto de dizer em voz alta, porque... porque isso tornaria tudo isto mais real... E eu, optimista como sou (pois sim), ainda tenho uma pequenina esperança de que passe, como tem passado tantos anos já. Sei que é ser mesmo optimista, mas e então? Neste momento, está tudo muito difícil. Às vezes (muitas) quero chorar, quero gritar, mas não consigo ou não devo. Sei que devo pelo menos fingir que estou bem, que sou forte, para ajudar nalguma coisa (já que mais não posso fazer), mas também não tenho jeito para teatro. Então o que é que faço? Fecho a porta e vou ler. Finjo que não estou aqui, finjo que está tudo ok, finjo que não estou a ouvir, finjo que não estou a ver, finjo que não estou sozinha... Mas sinceramente: não é já fingimento a mais?
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