Caminhamos para o final do primeiro mês de 2014, e só agora é que reparei que este ano ainda não tinha escrito aqui. Não que não tenha nada para escrever, ou que não queira, mas vamos adiando... e o tempo passa (quando não queremos, claro, porque quando queremos...). Passa-se tanta coisa neste momento, que nem sei por onde começar. Digamos que este ano me assusta. É o ano em que é suposto terminar e defender a minha tese, o que não se prevê ser um processo fácil. Olho para trás e fico sempre surpreendida por tudo o que já fiz, por tudo o que já consegui alcançar, coisas que não me via como sendo capaz de fazer. Mas também olho para trás e vejo uma pessoa que não era tão ansiosa, tão stressada, tão disfuncional, em alguns sentidos, como a pessoa que sou hoje. Porque, convenhamos, a minha relação com este doutoramento não é funcional, há muito tempo. Não desisti, porque é uma questão de princípio, é pessoal, mas principalmente pelos problemas que isso ia trazer à minha fa...
O que gostaria de ter dito, mas não disse; o que disse, mas gostaria de retirar; o que não sou, mas gostaria de ser; o que sou, mas preferia não ser...