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Mensagens

A mostrar mensagens de agosto, 2015

Hoje

Felizmente, depois de tantos dias a sentir-me tão perdida, tantos minutos desperdiçados, hoje sinto-me mais eu. Estou preocupada? Sim. Cansada? Sim. Com medo? Sim, tantos. Mas hoje, assim, sinto-me bem. Amanhã vai ser assim? Não sei, não sei mesmo. Mas hoje, assim, sinto-me bem. E isso chega. Tem que chegar. A bonança, depois da tempestade tão escura que carreguei em mim durante a semana que passou. Hoje, faltam 10 semanas.

Estou tão cansada que dói.

Estou tão cansada que dói. Estou farta de tentar "remar contra a maré". Nem sei que diga mais. Gostava que certas coisas fossem diferentes. Gostava que não estivéssemos constantemente a chocar por causa disto. Gostava de conseguir descansar. Gostava de não me sentir sozinha tantas vezes. Gostava de ser mais forte, de disfarçar melhor. Gostava de não ter tantas dúvidas, de me sentir segura. Gostava que não fosses tão prático, que às vezes levantasses os pés do chão, só por um bocadinho. Que não estivesses sempre a ver o lado mais "real" das coisas. Que percebesses. Que a possibilidade de nos oferecerem uma viagem, que temos um ano para fazer, para ajustar, para planear e encaixar, não levasse logo uma fraca resposta. Que não tivesse que ser tudo calculado ao milímetro, planeado e esmiuçado até mais não. Que percebesses que só se casa uma vez. Podes mesmo culpar-me por querer que ao menos nessa altura paremos uns dias? Que o mundo pare uns dias? É que nunca pára,...

13 semanas, e um telefonema

Nos últimos dois dias parece que tenho andado com uma nuvem negra a pairar por cima de mim. E as minhas "rotinas de recuperação", aquelas estratégias que tenho vindo a aperfeiçoar nestes últimos meses para me descentrar, do incontrolável, do meu peso de estimação, de mim, de pouco têm adiantado. Não sei porquê. Se calhar, por muito que corramos, por muito que pensemos que conseguimos ultrapassar o stress, a preocupação, o medo, a angústia, eles acabam sempre por nos apanhar. Não sei. Faltam 13 semanas, não é? SÓ 13 semanas. Então porque é que parece que qualquer coisinha, porcarias de e-mails acerca de porcarias de almoços que não interessam a ninguém, parecem pedras, a pesar em mim? Ao ponto de permitir que outras coisas que já tinha resolvido voltem a mexer comigo. Ao ponto de ficar presa em mim, sem conseguir sair do sítio. Qual é a novidade, de me ligares e falares torto comigo, só porque sim? De me apresentares uma lista de críticas veladas, porque te apetece? Já não de...