Acho que, no limite, é sobre aceitação. Aceitarmos que há coisas que nunca mudaram, e nunca vão mudar. Aceitarmos as nossas limitações. As limitações dos outros, e do Mundo em geral. Sejamos realistas, vamos ter que viver com muitas limitações. Apesar delas. Não somos perfeitos, ninguém é. Os dias não são nem nunca vão ser perfeitos. Há momentos. E acho que a diferença está em sermos ou não capazes de valorizar e realmente viver esses momentos. Há dias em que estamos mais capazes. E depois há aqueles dias em que, por estarmos focados nas imensas coisas que estão e vão estar sempre menos bem (porque se procurarmos, vai haver sempre alguma coisa), não conseguimos dar valor, não conseguimos ver o que está mesmo à nossa frente. Eu continuo a achar que a minha Solução está nos livros. Mais uma vez, não é uma Solução perfeita. E se calhar só acaba por elevar as minhas expectativas. Mas é a minha estratégia. Se calhar (ou de certeza) vou esperar sempre demais de mim. E é por isso que...