Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

A mostrar mensagens de abril, 2010
"And what I've learned is it's a choice, that you make everyday... about who you wanna be... and who you wanna be with. It means appreciating what's happened in your life to bring you to this point... and letting go of it. And it means be willing to commit... with no garanties. It means, knowing and accepting reality... you might just get the fantasy you always dreamed of." ("Life unexpected")

Desabafos

Gostava de saber como expressar o que estou a sentir por palavras, mas não consigo. Já tenho saudades deles... por me fazerem rir como não ria há muito tempo, por mais uma vez mostrarem que acreditam em mim quando eu já não sei se acredito, por terem orgulho em mim quando eu não sei se tenho, por estarem comigo e por mim, quando mais ninguém está. E hoje voltei a sonhar contigo. Quando acordei, dei por mim a fechar os olhos, a tentar voltar ao sonho, porque aí estava feliz. Porque aí estavas comigo, porque aí eras a pessoa que eu achava que eras e não me desiludiste... e eu não me desiludi comigo. Mas o sonho não voltou, claro. Fui correr, tanto porque me faz bem como para tentar apagar aquela imagem da minha cabeça. Adivinha... Fez-me bem, mas não apagou nada. Continuei a ver-te em todo o lado. Continuo a ver-te em todo o lado. Dói tanto às vezes! Passaram 5 anos! O tempo já teve oportunidade de curar... Sabes o que é o pior? É que eu sei que tu não existes, pura e simplesmente não ...

Little wonders

"Let it go, let it roll right off your shoulder don't you know the hardest part is over? Let it in, let your clarity define you in the end we will only just remember how it feels Our lives are made in these small hours these little wonders, these twists & turns of fate time falls away, but these small hours, these small hours still remain." (Little Wonders, Rob Thomas)

Ai vida...???

Há dias em que, olhando para trás, congeguimos destacar momentos, grandes ou pequenos, que tornaram o dia melhor. Hoje tive um desses, um momento completamente inesperado e simples, tão simples... mas que fez a diferença. Vinha eu do supermercado e passei por um bebé, que estava com a mãe e que olhou para mim e me disse o "Olá" mais genuíno e bem-disposto que já ouvi na minha vida. Pois é, foi esse o momento. Momentos destes é que me mostram que a vida tem tanta coisa que vale a pena ver! É que me convencem a continuar. Por mais que às vezes tudo pareça uma treta, o mundo continua a girar... e há tanta coisa que vale a pena! Hoje tive outro dia em que cheguei ao limite. Ultimamente é tão fácil chegar lá... É a Teresa doente, são as amigas deprimidas, são os professores a passarem-se... sou eu a passar-me. Tenho andado a tentar acalmar-me, a tentar dar-me a oportunidade de errar, mas cada vez que chego mais perto parece que rebenta uma bomba qualquer. Vou fazer um comentário ...

Psicologias e afins

Sabem qual foi a pior parte do dia de hoje? O que me fez sentir pior, em tudo isto? É que quando a senhora me disse ao telefone o que achava estar mal, a primeira coisa que pensei foi "Eu não sirvo mesmo para isto, já errei outra vez". Pois é, tive logo a certeza de que a culpa era minha. Quando cheguei a casa e fui ver o que fiz, apercebi-me de que até nem cometi erro nenhum e foi ela a interpretar mal. Mas é preocupante. É preocupante o facto de eu estar sempre disposta a acreditar que sou uma nulidade. É triste. Há um momento no filme "Lua Nova", com que eu me identifico imenso. Provavelmente a maioria das pessoas até nem ligou muito a essa fala, ou nem a fixou, mas a mim ficou, porque traduz muito do que eu acho. Então, há um momento em que a Bella diz ao Jacob "Eu nunca vou funcionar direito." Ela diz que há um buraco, um vazio no peito, que nunca poderá ser curado. Comigo também é assim, acho sinceramente que nunca vou funcionar a 100%. Em psicologia...

À beira do precipício...

Sabem uma coisa? Nós, seres humanos, somos mesmo lixados. É que não há outra palavra. Somos lixados connosco mesmos, e por isso somos depois lixados uns com os outros. Somos inseguros, e depois achamos que tudo o que os outros fazem é confirmar que não prestamos. Temos dúvidas, e depois achamos que toda a gente põe em causa o que somos. Estamos deprimidos, e depois achamos que toda a gente está contra nós e o mundo nos odeia. É difícil vermos para lá da nossa própria bolha de auto-comiseração, pois é. Mas se cada um fizesse um pequeno (ínfimo, até!) esforço, andávamos todos muito melhor, acreditem. Não me estou a retirar, eu estou incluída naqueles que estão constantemente inseguros e acham que toda a gente acha o mesmo, que eu não presto para nada. Mas depois também me incluo naquele infeliz grupo de pessoas que tem que gramar com as tretas dos outros! É justo, eu sei, toda a gente leva, directamente ou não, com as minhas. Mas sinceramente, isto cansa. Porque é que não tiram um dia pa...

Tic-tac tic-tac...

O tempo passa depressa. Estamos em Abril, que é o mês anterior a Maio, que é o mês em que tenho que entregar o relatório de estágio. A seguir vem Junho, o mês em que tenho as defesas orais. Como podem perceber, estou a começar a stressar. Estou decidida a enfrentar esse stress agindo. Tenho estado metida neste buraco depressivo, mas decidi que a única maneira de sair é mexendo-me. Fogo, sei muito bem que a depressão é caractrizada pela inactividade, que essa inactividade só mantém os sintomas. Por isso, sei que tenho que agir. Não me adianta ficar aolhar para o calendário. Já sei que tenho pouco tempo, já sei que o tempo passou. Só sei que nestes dois meses que tenho pela frente, tenho que acelerar e, de alguma forma, que manter a minha sanidade mental, que me tem andado a fugir. Ontem a minha professora fez-me umas críticas valentes ao que eu fiz. Depois da fase depressiva, de me queixar e de ter pena de mim mesma, decidi ir à biblioteca buscar livros e depois sentei-me a pensar. Sim,...