Sou uma pessoa cada vez mais céptica, e cada vez mais crente. Não sei o que é que pesa mais, mas irrita-me mesmo quando decido acreditar em alguém, ir contra os meus instintos e dar um bocadinho mais de confiança do que daria à partida. Isto porque sei que, em determinadas situações, sobretudo quando envolve relacionamentos interpessoais, sou demasiado céptica e estou "pronta para saltar" a qualquer momento.
Felizmente ainda existem pessoas (e na minha vida também) que desafiaram as minhas tentativas de racionalização e têm provado que ficam e que estão ali. E gosto de pensar que eu também tenho vindo a ajustar as minhas representações cognitivas e tudo o que envolvem.
Infelizmente, ainda há aqueles (e a maioria das vezes são mesmo eles) que reforçam diariamente a minha ideia de que mais vale só... do que muito mal acompanhada. E depois aqueles que não considero casos tão graves, mas ainda assim me deixam com vontade de permanecer longe. Porque quando se começa a confiar em alguém... Bem, há muito mais em jogo, não é? É melhor depender só de mim.
Esta semana dei um passo em frente, que me custou imenso, mas até valeu a pena (embora na prática não tenha mudado nada). Bem, é sempre bom "resolver" um conflito. Posso nunca mais o ver, mas pelo menos fiz a minha parte. A bola já não está no meu lado. E livrei-me de alguns sentimentos menos positivos, por isso, yey me. Por outro lado, dou hoje um passo bem calculado para trás. Esse tenho a certeza que não vai trazer qualquer arrependimento, é melhor assim. A pena é vir mais uma vez sustentar a minha ideia básica de que, de facto, não há hoje em dia muita gente que valha a pena. E acreditem que não é por falta de procura. Mas basta passar na rua e olhar para as pessoas. Raras são as que mostram ter mesmo conteúdo. Mais uma vez, sou uma sortuda por conhecer algumas.
Estou nostálgica, portanto. E às vezes também é preciso. Há coisas que mudam, há pessoas que mudam, há vidas que mudam, dias que mudam, almas que mudam... mas há mesmo coisas que nunca mudam, e uma delas é o facto de eu conseguir sempre encontrar conforto, segurança, num livro. E o facto de serem os livros que sustentam essa outra parte de mim, que é cada vez mais crente. Alguma coisa tinha que haver. Às vezes preciso de acreditar.
Felizmente ainda existem pessoas (e na minha vida também) que desafiaram as minhas tentativas de racionalização e têm provado que ficam e que estão ali. E gosto de pensar que eu também tenho vindo a ajustar as minhas representações cognitivas e tudo o que envolvem.
Infelizmente, ainda há aqueles (e a maioria das vezes são mesmo eles) que reforçam diariamente a minha ideia de que mais vale só... do que muito mal acompanhada. E depois aqueles que não considero casos tão graves, mas ainda assim me deixam com vontade de permanecer longe. Porque quando se começa a confiar em alguém... Bem, há muito mais em jogo, não é? É melhor depender só de mim.
Esta semana dei um passo em frente, que me custou imenso, mas até valeu a pena (embora na prática não tenha mudado nada). Bem, é sempre bom "resolver" um conflito. Posso nunca mais o ver, mas pelo menos fiz a minha parte. A bola já não está no meu lado. E livrei-me de alguns sentimentos menos positivos, por isso, yey me. Por outro lado, dou hoje um passo bem calculado para trás. Esse tenho a certeza que não vai trazer qualquer arrependimento, é melhor assim. A pena é vir mais uma vez sustentar a minha ideia básica de que, de facto, não há hoje em dia muita gente que valha a pena. E acreditem que não é por falta de procura. Mas basta passar na rua e olhar para as pessoas. Raras são as que mostram ter mesmo conteúdo. Mais uma vez, sou uma sortuda por conhecer algumas.
Estou nostálgica, portanto. E às vezes também é preciso. Há coisas que mudam, há pessoas que mudam, há vidas que mudam, dias que mudam, almas que mudam... mas há mesmo coisas que nunca mudam, e uma delas é o facto de eu conseguir sempre encontrar conforto, segurança, num livro. E o facto de serem os livros que sustentam essa outra parte de mim, que é cada vez mais crente. Alguma coisa tinha que haver. Às vezes preciso de acreditar.
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