Hoje tive o azar de ver o telejornal, o que já desisti de fazer há muito tempo. Como sempre, só boas notícias (introduzir ironia). Destaque para os chamados motins em Londres.
Ironicamente, mesmo antes do telejornal estavam a falar, num dos programas da manhã (que também não costumo ver), da profecia de que o mundo acabará a 21 de Dezembro de 2012. Logo a seguir, mostram imagens dos tais motins. O meu primeiro pensamento foi "O fim do mundo já começou". Nem consigo encontrar palavras suficientes para descrever o que sinto cada vez que vejo as imagens do que supostamente são seres humanos (ainda por cima, alguns crianças!) a destruirem pelo prazer de destruir. Como é que é possível que as pessoas façam coisas destas? Será que não se vêem? Não vêem o que estão a fazer? Será que as noções do certo e errado já estão assim tão deturpadas? Como é que é possível??? Foi-nos dado este mundo, é-nos concedida diariamente a graça de viver nele e o que é que fazemos? Andamos por aí a destruir o que nos foi dado e a magoar-nos uns aos outros só porque sim. Só para provar... o quê? O que é que justifica um comportamento destes?
Vão psicólogos, sociólogos, comandantes da polícia para a televisão tentar explicar o que eu acho inexplicável. Ah e tal, estão desocupados, não têm perspectivas para a vida, cortaram centros ocupacionais... Tretas. Pura e simplesmente tretas. Não têm nada para fazer? Procurem. Há tanta coisa produtiva e útil que se pode fazer. Falta de perspectivas, revolta, desespero? Isso todos sentimos num momento ou outro. Acham mesmo que justifica tudo isto? Simplesmente desculpas. Hoje, pela primeira vez na minha vida, senti vergonha do ser humano. Mesmo. É uma vergonha que, com tudo o que temos, sendo supostamente superiores aos restantes animais, consigamos descer tão baixo e destruir o que nos foi dado e destruir as vidas de outras pessoas só porque... ah, não tenho nada para fazer e estou revoltado.
Na minha perspectiva, a continuar assim, o fim do mundo está a começar, está. Mas vai começar por nós. Que diariamente destruimos mais um bocadinho da luz que ainda vai existindo e corrompemos o que não é destruído. Repito: uma vergonha.
Ironicamente, mesmo antes do telejornal estavam a falar, num dos programas da manhã (que também não costumo ver), da profecia de que o mundo acabará a 21 de Dezembro de 2012. Logo a seguir, mostram imagens dos tais motins. O meu primeiro pensamento foi "O fim do mundo já começou". Nem consigo encontrar palavras suficientes para descrever o que sinto cada vez que vejo as imagens do que supostamente são seres humanos (ainda por cima, alguns crianças!) a destruirem pelo prazer de destruir. Como é que é possível que as pessoas façam coisas destas? Será que não se vêem? Não vêem o que estão a fazer? Será que as noções do certo e errado já estão assim tão deturpadas? Como é que é possível??? Foi-nos dado este mundo, é-nos concedida diariamente a graça de viver nele e o que é que fazemos? Andamos por aí a destruir o que nos foi dado e a magoar-nos uns aos outros só porque sim. Só para provar... o quê? O que é que justifica um comportamento destes?
Vão psicólogos, sociólogos, comandantes da polícia para a televisão tentar explicar o que eu acho inexplicável. Ah e tal, estão desocupados, não têm perspectivas para a vida, cortaram centros ocupacionais... Tretas. Pura e simplesmente tretas. Não têm nada para fazer? Procurem. Há tanta coisa produtiva e útil que se pode fazer. Falta de perspectivas, revolta, desespero? Isso todos sentimos num momento ou outro. Acham mesmo que justifica tudo isto? Simplesmente desculpas. Hoje, pela primeira vez na minha vida, senti vergonha do ser humano. Mesmo. É uma vergonha que, com tudo o que temos, sendo supostamente superiores aos restantes animais, consigamos descer tão baixo e destruir o que nos foi dado e destruir as vidas de outras pessoas só porque... ah, não tenho nada para fazer e estou revoltado.
Na minha perspectiva, a continuar assim, o fim do mundo está a começar, está. Mas vai começar por nós. Que diariamente destruimos mais um bocadinho da luz que ainda vai existindo e corrompemos o que não é destruído. Repito: uma vergonha.
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