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" Falling in the space between the universe... We were never meant to be this damn broken"

"I've been finding puzzle pieces of us
Kept in the dust
I've been hiding letters and photograph frames
To forget your name

We were never meant to be this damn broken
Words were never meant to be this half-spoken

Falling in the space between the universe
And all we see has gone away
Gone Away

I've been tracing my steps in fingerprint clues
And clips of the news
Wondering why in our lives the wind calls our name
And we're never the same

We were never meant to be this damn broken
Words were never meant to be this half-spoken

Falling in the space between the universe
And all we see has gone away
Gone Away

Winding Circles take me back to
The place I knew when I was with you

Falling in the space between the universe
And all we see has gone away
Gone Away"

- Lucy Schwartz

Hoje foi mais um daqueles dias, de olhar para trás, de pensar no que não deve ser pensado. Estes dias têm corrido bem até, têm sido em certa medida refrescantes. Mas também têm sido difíceis, tenho ouvido coisas que dispensava bem.

Quando uma pessoa tem uma determinada opinião acerca de nós, é uma coisa. As pessoas têm direito de pensar o que quiserem, e opiniões são opiniões, altamente subjectivas. Podemos concordar ou não, temos apenas que respeitar. Mas... e quando duas pessoas têm a mesma opinião? E quando essas duas pessoas são pessoas que nos são próximas? Coincidência ou realidade? Duas pessoas no espaço de uma semana a dizerem-me que eu sou (ou era, sei lá) pouco afectiva... Bem, é caso para uma pessoa se pôr a pensar. A minha reacção inicial foi pensar "Olha, obrigada, sabes lá tu". Mas agora... agora...

Para além disso, às vezes torna-se sufocante estar constantemente a tentar provar qualquer coisa. E quando a qualquer coisa é o facto de eu ser uma pessoa adulta com direito à minha vida... bem... Um bocadinho mais de confiança em mim calhava bem. Por muito que estejam convencidos do contrário, não me conhecem completamente, ninguém conhece, nem eu. Acho um exagero afirmarem que sim, que sabem, que conhecem, que percebem, que... Se há tantas vezes em que eu, que sou a pessoa que mais convive comigo mesma, não me percebo, como é que alguém que não eu pode afirmar perceber tudo. Errado. Mas não me vou dar ao trabalho de dizer, como sempre não vale a pena.

E, que fique bem explícito que ninguém consegue ganhar experiência, seja no que for, sem experimentar. E sem falhar. Whatever.

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