Bem, isto está mau, é o meu primeiro comentário.
A cada dia que passa a minha disposição em relação à vida (e no geral) muda umas cinco vezes. E volta sempre ao mesmo ponto: estou a deixar de acreditar e, no geral, sinto-me irritada com isto tudo.
Pura e simplesmente não ando para a frente. Aliás, não ando, ponto! Acho patético que a minha vida se resuma a aulas de condução e exame de condução, ao qual nem acredito que vou passar. Acho patético passar os dias em casa, na varanda (para ao menos ver o sol, senão então...) a ver as pessoas a passarem e a conversarem, porque... guess what? O mundo continua a girar, só para mim é que parece que parou.
Estou cansada, estou farta... estou tão farta que chega a doer. E isto reflecte-se em tudo, claro. Vivo constantemente em guerra comigo mesma. Aquela parte de mim que ainda acredita um bocadinho, que acha que estou a ser uma cobarde e que tenho que levantar a cabeça e continuar. E a outra parte que está farta demais para acreditar, para sentir o que quer que seja além de cansaço.
Não tinha ideia de que existiam tantos pontos de exaustão, mas existem.
Tenho demasiado tempo para pensar e sinceramente, para além do cansaço, só me sinto sozinha. E desiludida. E o irónico é que, apesar de estar a deixar de acreditar em tanta coisa, também estou cada vez mais inclinada a acreditar numa série de coisas. Naquilo que já muitas vezes me disseram e muitas vezes eu disse que não acreditava. Que os amigos (salvo raras excepções que felizmente existem) têm prazo de validade. Que, realmente, as pessoas acabam sempre por desaparecer. E não as culpo, ou tento não o fazer. A vida continua, as pessoas crescem, mudam, querem mais... têm prioridades. É inevitável. A única coisa que se pode fazer é aproveitar bem cada dia, como se tudo pudesse mudar amanhã. Porque pode. E muda.
A cada dia que passa a minha disposição em relação à vida (e no geral) muda umas cinco vezes. E volta sempre ao mesmo ponto: estou a deixar de acreditar e, no geral, sinto-me irritada com isto tudo.
Pura e simplesmente não ando para a frente. Aliás, não ando, ponto! Acho patético que a minha vida se resuma a aulas de condução e exame de condução, ao qual nem acredito que vou passar. Acho patético passar os dias em casa, na varanda (para ao menos ver o sol, senão então...) a ver as pessoas a passarem e a conversarem, porque... guess what? O mundo continua a girar, só para mim é que parece que parou.
Estou cansada, estou farta... estou tão farta que chega a doer. E isto reflecte-se em tudo, claro. Vivo constantemente em guerra comigo mesma. Aquela parte de mim que ainda acredita um bocadinho, que acha que estou a ser uma cobarde e que tenho que levantar a cabeça e continuar. E a outra parte que está farta demais para acreditar, para sentir o que quer que seja além de cansaço.
Não tinha ideia de que existiam tantos pontos de exaustão, mas existem.
Tenho demasiado tempo para pensar e sinceramente, para além do cansaço, só me sinto sozinha. E desiludida. E o irónico é que, apesar de estar a deixar de acreditar em tanta coisa, também estou cada vez mais inclinada a acreditar numa série de coisas. Naquilo que já muitas vezes me disseram e muitas vezes eu disse que não acreditava. Que os amigos (salvo raras excepções que felizmente existem) têm prazo de validade. Que, realmente, as pessoas acabam sempre por desaparecer. E não as culpo, ou tento não o fazer. A vida continua, as pessoas crescem, mudam, querem mais... têm prioridades. É inevitável. A única coisa que se pode fazer é aproveitar bem cada dia, como se tudo pudesse mudar amanhã. Porque pode. E muda.
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