Hoje é daqueles dias em que pura e simplesmente me sinto bem. Não sei se é do céu azul e do sol lindo que está, se é de finalmente estar em casa, depois de dias tão cansativos, se é de ter estado fora e ter espairecido... enfim, também é daqueles dias em que não me interessa muito porque é que me sinto bem, simplesmente sinto e pronto.
É daqueles dias em que fico feliz por ter trabalho e não me importo de estar cheia dele. Em que consigo ignorar o mau-humor e comentários desnecessariamente negativos de certas e determinadas pessoas. Em que me ri com vontade e em que tive vontade de chorar por ver um episódio da minha série. Daqueles dias em que me apetece sorrir e pronto. Em que o meu coração está um bocadinho mais leve. Daqueles dias em que estou demasiado concentrada em viver para me lembrar do que não vivi.
Fazem falta dias destes. Acho que estas viagens, apesar de cansativas, me fizeram bem. Não só pelo trabalho, pelo currículo ou o que fosse. Mas porque fiz coisas, porque saí da rotina... fez-me pensar que há ainda tanto para ver, para viver, para rir e, sim, para chorar. Para quê andarmos a martirizar-nos com o que não conseguimos fazer, o que achamos que não conseguimos atingir, oque ainda temos que fazer? É muito fácil falar, não é? Pois é, como alguém disse hoje: "De palavras está o mundo cheio." Interessa agir, fazer alguma coisa. Mudar as coisas. Porque mesmo que não possamos atingir tudo o que queremos, mesmo que não seja possível controlar tudo (acreditem que não é, tentar só nos põe malucos, e já há tanta coisa que o faça...), podemos todos os dias mudar alguma coisa. Um sorriso, uma palavra amiga, uma gargalhada sentida, um gesto, um telefonema, uma mensagem, uma ida ao café, um passeio na rua, até um olhar pela janela.. tantas coisas, pequeninas, que podem mudar o dia de alguém. Que podem mudar o nosso dia.
E o que é certo é que hoje, pela primeira vez em muito tempo, me disseram ao telefone: "Pareces-me feliz, percebe-se na tua voz". E não é que consegui? Mais alguns pequenos/grandes momentos de felicidade. Para já, chega.
É daqueles dias em que fico feliz por ter trabalho e não me importo de estar cheia dele. Em que consigo ignorar o mau-humor e comentários desnecessariamente negativos de certas e determinadas pessoas. Em que me ri com vontade e em que tive vontade de chorar por ver um episódio da minha série. Daqueles dias em que me apetece sorrir e pronto. Em que o meu coração está um bocadinho mais leve. Daqueles dias em que estou demasiado concentrada em viver para me lembrar do que não vivi.
Fazem falta dias destes. Acho que estas viagens, apesar de cansativas, me fizeram bem. Não só pelo trabalho, pelo currículo ou o que fosse. Mas porque fiz coisas, porque saí da rotina... fez-me pensar que há ainda tanto para ver, para viver, para rir e, sim, para chorar. Para quê andarmos a martirizar-nos com o que não conseguimos fazer, o que achamos que não conseguimos atingir, oque ainda temos que fazer? É muito fácil falar, não é? Pois é, como alguém disse hoje: "De palavras está o mundo cheio." Interessa agir, fazer alguma coisa. Mudar as coisas. Porque mesmo que não possamos atingir tudo o que queremos, mesmo que não seja possível controlar tudo (acreditem que não é, tentar só nos põe malucos, e já há tanta coisa que o faça...), podemos todos os dias mudar alguma coisa. Um sorriso, uma palavra amiga, uma gargalhada sentida, um gesto, um telefonema, uma mensagem, uma ida ao café, um passeio na rua, até um olhar pela janela.. tantas coisas, pequeninas, que podem mudar o dia de alguém. Que podem mudar o nosso dia.
E o que é certo é que hoje, pela primeira vez em muito tempo, me disseram ao telefone: "Pareces-me feliz, percebe-se na tua voz". E não é que consegui? Mais alguns pequenos/grandes momentos de felicidade. Para já, chega.
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