E lá caminhamos para o final de mais um ano... como já é costume, uma pessoa quer queira quer não começa a rever, a olhar para trás, a ficar um bocadinho nostálgica... e a fazer o tão famoso balanço do ano.
Portanto, 2010. Um ano mesmo importante, para mim.
Em primeiro lugar, foi marcado por muitas mudanças. A mudança de casa, que finalmente me ajudou a ultrapassar os traumas que tinha e a conseguir sentir-me segura dentro de quatro paredes. Se pode acontecer alguma coisa? Pode. Mas pelo menos já não salto a cada barulhinho que ouço.
Depois, outra grande mudança. O terminar o curso, que trouxe consigo dias tão importantes. O da imposição de insígnias, a missa de finalistas, a defesa do estágio e da tese, dois marcos tão importantes e dos quais sempre tive algum medo. Entretanto, comecei a trabalhar, outro acontecimento mesmo importante. Mais do que isso, gosto do que faço, ainda que seja temporário e que na verdade esteja próximo do fim.
Comecei a ter aulas de Código, para finalmente ver se tiro a carta de condução, outra daquelas coisas que sempre adiei, por isto ou por aquilo.
Cimentei muitas das amizades que já tinha feito, conheci algumas pessoas novas (daquelas que vale a pena conhecer) e recentemente revi aquelas amizades mais antigas.
Tornei-me família de acolhimento temporário de uma cadelinha que precisava mesmo de um lugar para ficar. E marquei a viagem a Londres, também tão adiada.
Ora, analisando tudo isto, considero-me uma pessoa de muita sorte. Tenho várias pessoas especiais na minha vida (obrigada!), cada uma delas à sua maneira e, apesar de eventuais contratempos, quando estou mesmo a sentir-me uma porcaria (infelizmente, muitas vezes), conseguem iluminar um bocadinho o caminho à minha frente. Estou a trabalhar na minha área, apesar de não saber até quando, mas estou. Bem... estou viva e de boa saúde (que eu saiba). Por isso, posso queixar-me? Posso, mas não adianta nada.
Claro que também houve momentos menos bons... Tive algumas desilusões com algumas pessoas, surgiram vários problemas, bem complicados, e alguns que não estão a melhorar, com a minha família... Mas, pesando tudo isso, acho que sou uma pessoa de sorte.
Para 2011, não faço pedidos, amanhã não vou pedir desejos ao comer as 12 passas (coisa que só faço para não se porem a perguntar-me porque não)... Saúde, acho que é fundamental. Para mim em particular, queria ser capaz de acordar um dia e não sentir saudade... queria poder recuperar aquele pedacinho de mim que está a faltar há tanto tempo, queria que deixasse de doer. Mas, como disse, não faço pedidos. O que vier, que venha. Já fico mais do que grata por estar cá para lidar com isso, o que quer que seja...
Portanto, 2010. Um ano mesmo importante, para mim.
Em primeiro lugar, foi marcado por muitas mudanças. A mudança de casa, que finalmente me ajudou a ultrapassar os traumas que tinha e a conseguir sentir-me segura dentro de quatro paredes. Se pode acontecer alguma coisa? Pode. Mas pelo menos já não salto a cada barulhinho que ouço.
Depois, outra grande mudança. O terminar o curso, que trouxe consigo dias tão importantes. O da imposição de insígnias, a missa de finalistas, a defesa do estágio e da tese, dois marcos tão importantes e dos quais sempre tive algum medo. Entretanto, comecei a trabalhar, outro acontecimento mesmo importante. Mais do que isso, gosto do que faço, ainda que seja temporário e que na verdade esteja próximo do fim.
Comecei a ter aulas de Código, para finalmente ver se tiro a carta de condução, outra daquelas coisas que sempre adiei, por isto ou por aquilo.
Cimentei muitas das amizades que já tinha feito, conheci algumas pessoas novas (daquelas que vale a pena conhecer) e recentemente revi aquelas amizades mais antigas.
Tornei-me família de acolhimento temporário de uma cadelinha que precisava mesmo de um lugar para ficar. E marquei a viagem a Londres, também tão adiada.
Ora, analisando tudo isto, considero-me uma pessoa de muita sorte. Tenho várias pessoas especiais na minha vida (obrigada!), cada uma delas à sua maneira e, apesar de eventuais contratempos, quando estou mesmo a sentir-me uma porcaria (infelizmente, muitas vezes), conseguem iluminar um bocadinho o caminho à minha frente. Estou a trabalhar na minha área, apesar de não saber até quando, mas estou. Bem... estou viva e de boa saúde (que eu saiba). Por isso, posso queixar-me? Posso, mas não adianta nada.
Claro que também houve momentos menos bons... Tive algumas desilusões com algumas pessoas, surgiram vários problemas, bem complicados, e alguns que não estão a melhorar, com a minha família... Mas, pesando tudo isso, acho que sou uma pessoa de sorte.
Para 2011, não faço pedidos, amanhã não vou pedir desejos ao comer as 12 passas (coisa que só faço para não se porem a perguntar-me porque não)... Saúde, acho que é fundamental. Para mim em particular, queria ser capaz de acordar um dia e não sentir saudade... queria poder recuperar aquele pedacinho de mim que está a faltar há tanto tempo, queria que deixasse de doer. Mas, como disse, não faço pedidos. O que vier, que venha. Já fico mais do que grata por estar cá para lidar com isso, o que quer que seja...
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