Já não me sentia tão bem comigo mesma há muito tempo, por isso tem que ficar registado. FINALMENTE voltei ao ginásio e tenho a dizer que foi o dinheiro mais bem gasto dos últimos meses, sem dúvida. Não só fui (sozinha nem sempre é fácil arranjar motivação para), como por isso cumpri uma das promessas a mim mesma, e para além disso fiz mais exercício do que costumava. Tenho ou não razões para de momento estar feliz comigo mesma?! É verdade.
Esta semana decidi que ia começar a fazer as coisas, não interessa os outros. A minha vida está a mudar aos pouquinhos, algumas dessas mudanças trazem doses de stress acrescido, são novos desafios, e eu estou determinada a esquecer o raio dos medos que andam sempre comigo e a ser eu mesma, independentemente do resto. Acho que o que interessa, acima de tudo, é sermos fieis a nós mesmos, estarmos bem com a nossa consciência. Mais uma vez, sermos a melhor versão de nós possível. Isso implica, claro, "engolir uns sapos", dar o braço a torcer por vezes, avançar apesar dos medos e, acima de tudo, correr riscos. O mundo está longe de ser perfeito, e o ser humano muito mais longe está, mas se estamos por aqui é por alguma razão. Não posso dizer que sei de certeza qual é (tenho a minha perspectiva, como todos temos), mas tenho a certeza de qual não é: não estamos aqui para nos escondermos da vida.
Façamos um exercício. No final de cada dia, coloca-se a questão: "Que riscos corri hoje?", "Em que é que me ultrapassei?". Acho que essa pode ser uma das medidas do quanto vivemos, diariamente.
Esta semana decidi que ia começar a fazer as coisas, não interessa os outros. A minha vida está a mudar aos pouquinhos, algumas dessas mudanças trazem doses de stress acrescido, são novos desafios, e eu estou determinada a esquecer o raio dos medos que andam sempre comigo e a ser eu mesma, independentemente do resto. Acho que o que interessa, acima de tudo, é sermos fieis a nós mesmos, estarmos bem com a nossa consciência. Mais uma vez, sermos a melhor versão de nós possível. Isso implica, claro, "engolir uns sapos", dar o braço a torcer por vezes, avançar apesar dos medos e, acima de tudo, correr riscos. O mundo está longe de ser perfeito, e o ser humano muito mais longe está, mas se estamos por aqui é por alguma razão. Não posso dizer que sei de certeza qual é (tenho a minha perspectiva, como todos temos), mas tenho a certeza de qual não é: não estamos aqui para nos escondermos da vida.
Façamos um exercício. No final de cada dia, coloca-se a questão: "Que riscos corri hoje?", "Em que é que me ultrapassei?". Acho que essa pode ser uma das medidas do quanto vivemos, diariamente.
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