“Sometimes our light goes out, but is blown again into instant flame by an encounter with another human being.”
- Albert Schweitzer
Totalmente verdade. Acho melhor aceitarmos o facto de que, por muito que às vezes preferíssemos outro cenário e por muito complicadas que as relações interpessoais sejam, precisamos delas. Ok, até podemos decidir desistir. Desistir de confiar, desistir de ter expectativas, desistir de nos importarmos, desistir... Been there, done that. E não resulta, não adianta de nada. Continuo a acreditar que as coisas boas só acontecem se mantivermos a mente aberta às possibilidades da vida. E isso inclui relacionarmo-nos uns com os outros. Inclui confiar. E, acima de tudo, inclui perdoar. Nada disto é fácil, mas também ninguém disse que seria. Isto é simplesmente a vida.
É importante ter objectivos, é importante estarmos focados nesses objectivos, trabalhar para eles. Mas se não tivermos pessoas importantes na nossa vida, com quem partilhar tudo isso, pessoas em quem confiemos o suficiente para isso, pessoas que acreditem em nós quando nós nos esquecemos de fazê-lo... qual seria então o objectivo de tudo isto?
Todos os dias erro. Todos os dias dou demasiada importância aos meus erros. Todos os dias sinto que falta alguma coisa. Todos os dias acho que podia ter sido melhor. E, por isso, todos os dias aprendo alguma coisa. Todos os dias tenho essa sorte.
E sabem que mais? Acho que o mais importante são as segundas oportunidades. É importante sabermos dar segundas oportunidades. Aos outros. A nós mesmos. Às expectativas. À vida. E aceitar. Que às vezes as coisas não vão correr como nós gostaríamos. Que o ser humano é falível, por natureza. Que vamos errar. Que vamos esperar, e não acontecer. Que vai acontecer, quando não esperávamos. Que não somos tudo o que gostávamos de ser. E que somos muito mais do que às vezes gostávamos. Que não adianta apagar o passado, porque ele está lá, sempre. Que quem nós fomos e o que fizemos, vai ser sempre parte do que somos agora. É preciso aceitar isso.
Acho que a cada dia que passa dou um passo em frente nesse sentido. Não gosto da pessoa que fui e do que fiz, em muitas situações. Mas sei que tudo isso me trouxe até aqui, onde estou agora. E finalmente aceito isso. Não quer dizer que aceite todos os dias, não quer dizer que não vão haver dias em que lamento profundamente. Mas, na maioria dos dias, aceito isso.
O passado está lá atrás, mas anda sempre connosco. Quanto mais cedo aceitarmos isso e perdoarmos, mais cedo andamos para a frente (porque é para aí que é o caminho).
É importante ter objectivos, é importante estarmos focados nesses objectivos, trabalhar para eles. Mas se não tivermos pessoas importantes na nossa vida, com quem partilhar tudo isso, pessoas em quem confiemos o suficiente para isso, pessoas que acreditem em nós quando nós nos esquecemos de fazê-lo... qual seria então o objectivo de tudo isto?
Todos os dias erro. Todos os dias dou demasiada importância aos meus erros. Todos os dias sinto que falta alguma coisa. Todos os dias acho que podia ter sido melhor. E, por isso, todos os dias aprendo alguma coisa. Todos os dias tenho essa sorte.
E sabem que mais? Acho que o mais importante são as segundas oportunidades. É importante sabermos dar segundas oportunidades. Aos outros. A nós mesmos. Às expectativas. À vida. E aceitar. Que às vezes as coisas não vão correr como nós gostaríamos. Que o ser humano é falível, por natureza. Que vamos errar. Que vamos esperar, e não acontecer. Que vai acontecer, quando não esperávamos. Que não somos tudo o que gostávamos de ser. E que somos muito mais do que às vezes gostávamos. Que não adianta apagar o passado, porque ele está lá, sempre. Que quem nós fomos e o que fizemos, vai ser sempre parte do que somos agora. É preciso aceitar isso.
Acho que a cada dia que passa dou um passo em frente nesse sentido. Não gosto da pessoa que fui e do que fiz, em muitas situações. Mas sei que tudo isso me trouxe até aqui, onde estou agora. E finalmente aceito isso. Não quer dizer que aceite todos os dias, não quer dizer que não vão haver dias em que lamento profundamente. Mas, na maioria dos dias, aceito isso.
O passado está lá atrás, mas anda sempre connosco. Quanto mais cedo aceitarmos isso e perdoarmos, mais cedo andamos para a frente (porque é para aí que é o caminho).
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