Não sei o que sinto... Estou contente, orgulhosa de onde cheguei... mas estou triste, mais do que pensei vir a estar. Ser finalista, para mim, não é só aparecer nas fotos. É o fechar de uma fase da minha vida, talvez das melhores fases. Apesar de todo o stress, das lágrimas, do desejo de acabar, do cansaço, das desilusões, acho que foram os anos em que mais aprendi. Aprendi com a Universidade e aprendi sobretudo fora dela.
Ainda me lembro tão bem do Verão em que soube que vinha para aqui... das expectativas que tinha. Do dia em que cheguei pela primeira vez, das primeiras semanas em que chorei imenso, em que só queria ir embora, só queria voltar atrás. Agora tenho pena de ter andado em tanta correria, por não ter aproveitado as coisas com mais calma. Mas também já se sabe que é sempre assim, quando se acaba é que se dá valor.
Ainda me lembro tão bem do Verão em que soube que vinha para aqui... das expectativas que tinha. Do dia em que cheguei pela primeira vez, das primeiras semanas em que chorei imenso, em que só queria ir embora, só queria voltar atrás. Agora tenho pena de ter andado em tanta correria, por não ter aproveitado as coisas com mais calma. Mas também já se sabe que é sempre assim, quando se acaba é que se dá valor.
Mudei muito, de tantas formas... neste momento sinto uma gratidão imensa, por tanta coisa e a tantas pessoas e entidades! E sim, sinto orgulho, porque apesar de tudo cheguei até aqui, estudei para aquilo que gosto de fazer. E cresci, aprendi a dar valor ao que é realmente importante, aprendi a aproveitar cada momento de cada dia, porque quando se dá por ele já passou. Aprendi o valor de um sorriso. Aprendi que por muito que estejamos magoados, por muito que achemos que a dor não vai passar, quando olhamos já não custa tanto. Aprendi que ainda existem pessoas que vale a pena conhecer, outras não valem mesmo e depois há aquelas que podem parecer não valer a pena mas depois mostram-se as mais humanas de todas. Aprendi a aceitar o que está para trás, a estar grata, e a vivê-lo. Aprendi que para dizer o que é importante não precisamos de falar. E acima de tudo aprendi que vale a pena ter esperança, todos os dias, mesmo que por vezes parece ser impossível. Ter esperança, acreditar, é tudo.
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