Ok, portanto, não existem amizades como as dos livros. Paciência, não é que seja uma grande novidade. E encontrar amigos que valham a pena já é difícil, por isso há que saber dar valor quando aparecem.
Não posso culpar as pessoas por terem as vidas delas, por mudarem com o tempo... A vida é assim. Mas isso não quer dizer que fique contente. Tenho tentado ser mais tolerante e ir aproveitando os melhores momentos e tal... mas convenhamos que essa filosofia não dura eternamente. Por mais que tente entender (e acreditem que tenho tentado, a sério), não consigo conciliar-me com esta ideia de que os amigos são descartáveis. Estamos sozinhos, ok, vamos mandar mensagem ou telefonar. Temos companhia mais interessante (olha o eufemismo), paciência, os amigos que esperem. Uma vez, passa. Duas vezes... coincidência, mas continua a passar. Dez vezes... como?? E voltamos ao mesmo: se eu tivesse uma vida mais preenchida, se eu não fosse de ligar muito a isso, se eu não tivesse tido as experiências negativas que já tive, se eu não fosse eu... bem, talvez não tivesse assim tanta importância. E se calhar até nem tem mesmo, se calhar estou a exagerar. Mas pronto, continuo a achar difícil de ignorar quando uma pessoa que supostamente seria a minha melhor amiga (se eu ainda fizesse uso dessa expressão) está comigo "uma vez por festa", quando lhe é conveniente, sabendo que está aqui a semana toda. Mas pronto, prioridades. Tenho dificuldade em engolir o facto de as pessoas me fazerem sentir estúpida, constantemente, salvo raras excepções.
Mais uma vez, foram os livros que me ajudaram. Acho que são mesmo a minha única constante, e vão ser sempre. Ao menos isso.
Não posso culpar as pessoas por terem as vidas delas, por mudarem com o tempo... A vida é assim. Mas isso não quer dizer que fique contente. Tenho tentado ser mais tolerante e ir aproveitando os melhores momentos e tal... mas convenhamos que essa filosofia não dura eternamente. Por mais que tente entender (e acreditem que tenho tentado, a sério), não consigo conciliar-me com esta ideia de que os amigos são descartáveis. Estamos sozinhos, ok, vamos mandar mensagem ou telefonar. Temos companhia mais interessante (olha o eufemismo), paciência, os amigos que esperem. Uma vez, passa. Duas vezes... coincidência, mas continua a passar. Dez vezes... como?? E voltamos ao mesmo: se eu tivesse uma vida mais preenchida, se eu não fosse de ligar muito a isso, se eu não tivesse tido as experiências negativas que já tive, se eu não fosse eu... bem, talvez não tivesse assim tanta importância. E se calhar até nem tem mesmo, se calhar estou a exagerar. Mas pronto, continuo a achar difícil de ignorar quando uma pessoa que supostamente seria a minha melhor amiga (se eu ainda fizesse uso dessa expressão) está comigo "uma vez por festa", quando lhe é conveniente, sabendo que está aqui a semana toda. Mas pronto, prioridades. Tenho dificuldade em engolir o facto de as pessoas me fazerem sentir estúpida, constantemente, salvo raras excepções.
Mais uma vez, foram os livros que me ajudaram. Acho que são mesmo a minha única constante, e vão ser sempre. Ao menos isso.
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