Facto: as pessoas nunca são o que queremos que sejam. Raramente fazem o que gostaríamos que fizessem. Quase nunca dizem o que esperamos que digam.
Temos três opções, a meu ver. Ou passamos os dias a desejar que as coisas fossem diferentes (estratégia que é pura perda de tempo, a sério) e, consequentemente, passamos os nossos dias frustrados e depois deprimidos por estarmos frustrados. Ou optamos por viver isolados dos outros (até pode funcionar por umas semanas, até meses, mas não mais que isso. Acreditem que já tentei, mas somos seres sociais, gostemos ou não... e mais cedo ou mais tarde acabamos por nos ressentir do isolamento) Ou então tentamos ser um bocadinho mais tolerantes (difícil, mas possível) e tentar chegar a um meio termo (igualmente possível).
Começo a ficar farta de problemas relacionais, sinceramente (se já me sinto assim aos 23, daqui a uns anos devo estar oficialmente maluca - porque informalmente já devo estar).
Eu também adorava (como adorava!) que as coisas corressem todas lindamente, que eu acordasse todos os dias igualmente bem-disposta, que não me sentisse tão sozinha tantas vezes, que não desesperasse e me apetecesse gritar dia sim dia não, que a minha família fosse a imagem da pura felicidade etc etc. Mas há que ser realista, tal como nós não somos perfeitos, a vida também não é.
Podemos decidir não nos levantar da cama, recusarmo-nos a enfrentar os dias. Grande ideia! E depois, irónica como a vida é, podia ser mesmo naquele dia que ia acontecer alguma coisa e que tudo ia mudar. Portanto, sejamos razoáveis, e vivamos um dia de cada vez, sem esperar demais (o ideal seria não esperar nada, mas.....) e acima de tudo sem nos esquecermos de quem somos. Acho que isso sim, é fundamental. E quanto aos outros... bem, se calhar ajudava se cada um pusesse a mão na consciência (a começar por mim, tenho tentado) e desse um passo em frente, para nos encontrarmos a meio caminho. Alguém tem que ceder..!
Era óptimo se pensasses nisso.............
Temos três opções, a meu ver. Ou passamos os dias a desejar que as coisas fossem diferentes (estratégia que é pura perda de tempo, a sério) e, consequentemente, passamos os nossos dias frustrados e depois deprimidos por estarmos frustrados. Ou optamos por viver isolados dos outros (até pode funcionar por umas semanas, até meses, mas não mais que isso. Acreditem que já tentei, mas somos seres sociais, gostemos ou não... e mais cedo ou mais tarde acabamos por nos ressentir do isolamento) Ou então tentamos ser um bocadinho mais tolerantes (difícil, mas possível) e tentar chegar a um meio termo (igualmente possível).
Começo a ficar farta de problemas relacionais, sinceramente (se já me sinto assim aos 23, daqui a uns anos devo estar oficialmente maluca - porque informalmente já devo estar).
Eu também adorava (como adorava!) que as coisas corressem todas lindamente, que eu acordasse todos os dias igualmente bem-disposta, que não me sentisse tão sozinha tantas vezes, que não desesperasse e me apetecesse gritar dia sim dia não, que a minha família fosse a imagem da pura felicidade etc etc. Mas há que ser realista, tal como nós não somos perfeitos, a vida também não é.
Podemos decidir não nos levantar da cama, recusarmo-nos a enfrentar os dias. Grande ideia! E depois, irónica como a vida é, podia ser mesmo naquele dia que ia acontecer alguma coisa e que tudo ia mudar. Portanto, sejamos razoáveis, e vivamos um dia de cada vez, sem esperar demais (o ideal seria não esperar nada, mas.....) e acima de tudo sem nos esquecermos de quem somos. Acho que isso sim, é fundamental. E quanto aos outros... bem, se calhar ajudava se cada um pusesse a mão na consciência (a começar por mim, tenho tentado) e desse um passo em frente, para nos encontrarmos a meio caminho. Alguém tem que ceder..!
Era óptimo se pensasses nisso.............
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