Ultimamente os meus posts têm sido basicamente letras de músicas, passagens de livros, falas de séries etc etc. Citações, portanto.
Isto porque ultimamente tenho tido alguma dificuldade em escrever (até em dizer!) o que se passa, o que sinto, o que penso. Como disse ontem a uma amiga "Passa-se tudo e não se passa nada". Acho que é a melhor forma de resumir isto tudo. Sinto tanta coisa, mas se formos ver bem, não se tem passado nada. E é esse nada que está a causar tudo isto...
Ando cansada. E desiludida. E preocupada. E stressada. E farta. De quê? De nada. Com quê? Com nada.
Estou a ser cobarde, eu sei. Para variar um bocado. Sim, acho que é cobardia da minha parte (ou falta de coragem, como lhe quiserem chamar) andar assim, a arrastar-me pela vida, só porque não está a correr como eu queria que corresse. Só porque estou há um mês quase parada no tempo, à espera que aconteça alguma coisa. Alguma coisa. Porque o que acontece é o que eu não queria que acontecesse e o que queria que acontecesse não acontece. E então? A vida é assim. Mas eu insisto em deixar-me ir abaixo, em ficar aqui sentada. À espera. De quê? De quem? De mim.
Preciso de sentir entusiasmo outra vez, preciso de encontrar a minha força de vontade, preciso de encontrar a minha tranquilidade, preciso de encontrar o meu sorriso, a minha esperança. Preciso. Só que às vezes é tão difícil manter a esperança, é tão difícil recordarmos o porquê disto tudo, é tão difícil lembrarmos como se segue em frente. Acima de tudo, às vezes é difícil, no meio disto tudo, lembrarmos porque é que temos que seguir em frente. O que é que fazemos nesses momentos de esquecimento? Pomos um pé à frente do outro. Fazemos alguma coisa. Qualquer coisa. Qualquer coisa que nos ajude a recordar porque é que é tão bom estarmos vivos. Qualquer coisa que nos lembre de que estamos vivos.
Ando cansada. E desiludida. E preocupada. E stressada. E farta. De quê? De tudo. Com quê? Com tudo. Mas no fundo, bem lá no fundo, eu sei que não é nada. É um momento, na vida. E, como todos os momentos, bons e maus, vai passar. Por isso, até lá, um pé à frente do outro...
Isto porque ultimamente tenho tido alguma dificuldade em escrever (até em dizer!) o que se passa, o que sinto, o que penso. Como disse ontem a uma amiga "Passa-se tudo e não se passa nada". Acho que é a melhor forma de resumir isto tudo. Sinto tanta coisa, mas se formos ver bem, não se tem passado nada. E é esse nada que está a causar tudo isto...
Ando cansada. E desiludida. E preocupada. E stressada. E farta. De quê? De nada. Com quê? Com nada.
Estou a ser cobarde, eu sei. Para variar um bocado. Sim, acho que é cobardia da minha parte (ou falta de coragem, como lhe quiserem chamar) andar assim, a arrastar-me pela vida, só porque não está a correr como eu queria que corresse. Só porque estou há um mês quase parada no tempo, à espera que aconteça alguma coisa. Alguma coisa. Porque o que acontece é o que eu não queria que acontecesse e o que queria que acontecesse não acontece. E então? A vida é assim. Mas eu insisto em deixar-me ir abaixo, em ficar aqui sentada. À espera. De quê? De quem? De mim.
Preciso de sentir entusiasmo outra vez, preciso de encontrar a minha força de vontade, preciso de encontrar a minha tranquilidade, preciso de encontrar o meu sorriso, a minha esperança. Preciso. Só que às vezes é tão difícil manter a esperança, é tão difícil recordarmos o porquê disto tudo, é tão difícil lembrarmos como se segue em frente. Acima de tudo, às vezes é difícil, no meio disto tudo, lembrarmos porque é que temos que seguir em frente. O que é que fazemos nesses momentos de esquecimento? Pomos um pé à frente do outro. Fazemos alguma coisa. Qualquer coisa. Qualquer coisa que nos ajude a recordar porque é que é tão bom estarmos vivos. Qualquer coisa que nos lembre de que estamos vivos.
Ando cansada. E desiludida. E preocupada. E stressada. E farta. De quê? De tudo. Com quê? Com tudo. Mas no fundo, bem lá no fundo, eu sei que não é nada. É um momento, na vida. E, como todos os momentos, bons e maus, vai passar. Por isso, até lá, um pé à frente do outro...
Comentários
Enviar um comentário